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Como a depressão e o estresse engordam

segunda-feira, 2 de maio de 2016


Efeito colateral: a obesidade pode causar 
diabetes, infarto e derrame
Foto: Getty Images
Há dias em que o mundo parece que vai desabar na nossa cabeça. Então, precisamos comer um chocolate, como se o nervoso fosse passar com o doce. 

Mas cuidado. Segundo uma pesquisa da Austrália, as mulheres estão engordando por causa do estresse. Anete Hannud Abdo, endocrinologista do Programa de Atendimento ao Obeso, do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que o estressado pode engordar mesmo de boca fechada. 

"A tensão contínua faz o organismo liberar mais adrenalina e cortisona, dois hormônios responsáveis pela obesidade", diz. Em alguns casos, a médica recomenda buscar ajuda psicológica para mudar essa situação.
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Por que comemos mais quando estamos tensas?

O estresse faz com que o cérebro receba uma mensagem de ameaça. Por isso, aumenta a produção dos hormônios adrenalina e cortisona, que diminuem a queima de calorias. O cortisol desregula o controle de apetite e acelera a multiplicação das células de gordura! Quando a ameaça acaba, nosso corpo pede uma "recompensa". Aí, pra piorar, entra em cena o chocolate, o sorvete...

3 estratégias para vencer o estresse que engorda

1. Coma devagar e mastigue bem a comida antes de engolir. A pressa pode até transformar seu estresse em gastrite. Olha o perigo! 

2. Se você acha que não está dando conta da pressão e desconta na comida, procure apoio psicológico. "Terapia e até antidepressivos moderados podem ajudar", diz Anete. 

3. Faça atividades diferentes. Troque a TV e as guloseimas por uma caminhada.

Sinais de alerta

Segundo especialistas do Instituto de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro, os sintomas abaixo são característicos da obesidade provocada por estresse: 

- Gordura mais concentrada na região do abdome, coxas e braços. 
- Depressão. 
- Fome compulsiva à noite. 
- Aumento de peso resultante de algum trauma, como separação, morte de parente próximo, desemprego. 



Controle a fome da sua cabeça

quarta-feira, 23 de março de 2016

Todo mundo alguma vez na vida já comeu sem estar com fome. Seja para se recompensar depois de um dia estressante (“hoje eu mereço”), para não colocar fora uma comida ou simplesmente para afogar as mágoas numa panela de brigadeiro. O que diferencia as pessoas que conseguem se controlar e os compulsivos é a intensidade e a quantidade de vezes que esses episódios acontecem.

As pessoas que tem compulsão inconscientemente tentam preencher com comida as frustrações, a ansiedade e o stress… e acabam presas num ciclo nada saudável: os problemas continuam lá e ganhamos mais um: a culpa.

O importante é aprender a diferenciar quando o corpo está pedindo comida e quando as emoções estão com 'fome".



magraemergente.com me ajuda muito!



Pensar com a cabeça e não com o olho grande

domingo, 20 de março de 2016
Bateu aquela “fome” desesperadora? Então conte até 10.

Parece bobo, mas enquanto você conta, comece a se perguntar o que está acontecendo, qual o seu sentimento no momento e se você está realmente com fome
Se precisar vá dar uma volta, beba um copo de água, ligue para uma amiga…

 A ideia aqui é criar consciência da vontade de comer e, se possível, desviar o foco da comida.
Se o problema é ansiedade, tristeza ou angústia, vamos resolver o problema, orando, pedindo ajuda e não comendo.
Pelo menos foi isso que eu tentei hoje... um convite para comer um Big "engorda" e eu ia sucumbir e colocar tudo a perder... foi por pouco mas, venci.
Pedi um sanduíche de atum com bastante salada, e refri zero (que odeio), mas pelo menos sai, com aquela sensação boa de ter vencido e não ter estragado tudo que conquistei até agora.

Que tipo de comedor você é

sábado, 12 de março de 2016



1) Comedor INSTINTIVO: é quando a pessoa come quando tem fome e que param de comer quando já estão saciados. Porém, várias influências colaboram para que aprendamos a ignorar os sinais de fome e saciedade. Alguns pais e familiares forçam a criança a comer mais do que deve ou precisa. Também aprendemos ao longo da vida a comer em resposta ao ambiente ou às emoções.

2) Comedor COMPULSIVO: é a pessoa que come além do seu limite. Ela nem sempre come pela fome e sim, por tristeza, ansiedade, estresse, alegria...Os comedores compulsivos tem preferência por alimentos açucarados ou gordurosos e não necessariamente por alimentos que irão nutrir o organismo. Geralmente a ingestão dos alimentos é rápido, automatizado e sem controle.

3) Comedor RESTRITIVO: aqui falamos de pessoas que mantém o peso as custas de muitas restrições. Regras ditadas pela própria pessoa ou por algum profissional de saúde podem guiar o indivíduo, que pode se sentir culpado ao sair da dieta. Outros tendem a fazer mais e mais atividades físicas afim de compensar o excesso de alimentos. Esta pessoa é o contrário do compulsivo, pois é extremamente controladora. Por isto, é comum em pessoas que fazem dietas alternarem compulsão e restrição.

É importante aprender a comer de forma instintiva, como as crianças costumam ser, sendo quase impossível faze-las comer quando não tem fome e acalmá-las quando estão com fome. Pergunte-se HOJE antes de devorar o pão, bolo, o fastfood, o brigadeiro: "Estou com fome?" Esta pergunta é mais importante do que contar calorias, gramas ou pontos. Escolher bem os alimentos e se exercitar de forma moderada é importante para o adequado funcionamento do organismo, para a manutenção da massa muscular e para o perfeito metabolismo, porém sem aprender a ouvir o corpo entramos em um ciclo vicioso que não favorece a saúde. Ame seu corpo, consuma alimentos que favoreçam seu funcionamento, saúde e beleza,



Fonte: magraemergente.com

Minha experiência com remédios para emagrecer - parte 1

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
O que chamamos de Bullying hoje, na minha adolescência era zoação.
Mas mudam os tempos, mudam os nomes, mas a dor é a mesma.
Sempre fui gordinha, troncuda, usava óculos para miopia, e saias de escola compridas.
Bete a feia.
Todos os dias, nos corredores, no intervalo, no recreio eu sofria... tinha pesadelos e chorava toda vez que via o dia amanhecendo, porque aquilo significava ir à escola.
Embora eu fosse uma boa aluna e tivesse amigos, eu era a gorda da turma, pela qual eu fazia de tudo para pertencer. Puxava saco de quem achava que deveria, dava cola nas provas, tentava me enturmar, mas nada dava certo - eu continuava sendo motivo de piada.
E doía demais!
Nunca aceitei meu corpo, por causa disso, perdi muita coisa - por não achar que merecesse amor.
Meu corpo era meu castigo...
Eu imaginava que, enquanto não perdesse peso, não poderia ser feliz!
Chorava escondido,
ficava sem comer,
até cheguei a arrumar atestados médicos para não fazer aulas de educação física.
Via as meninas da minha faixa etária, magras, arrumadas, vaidosas e eu nunca havia nem passado batom até os 13 anos de idade.
Um dia uma menina da escola me defendeu, gritando com uma turminha que me chamava de baleia.
Sempre fui muito emotiva, e só o que consegui fazer, foi chorar.
Mas confesso que ter 13 anos e ser tão desprezada, por ser gorda, me trouxe um medo de ser amada, eu estava completamente fora dos padrões... quando algum menino resolvia olhar para o meu rosto dizia que eu era bonita, mas era só, um deles chegou a dizer que eu tinha o rosto muito bonito, mas que pena, o que estragava é que eu era GORDA.
Isso acontecia em casa também - meu apelido em casa era "orca a baleia assassina" - sempre que alguma coisa acontecia, eu ouvia essa frase infeliz, e não conseguia me defender - por medo, por covardia, por achar que eu merecia.
Por muitas e muitas vezes eu pedi a Deus pra morrer, porque não era compativel, com os colegas.
Aos 14 anos, minha tia Lecy, me viu chorando uma vez, e perguntou o que havia acontecido e vi, naquele momento uma oportunidade de pedir ajuda, então contei tudo.
Pra me ajudar ela me disse que aquilo ia passar, e que eu  precisava fazer dieta.
Deu certo!
Eliminei peso e fiquei linda! Minha auto estima melhorou e na minha festa de 15 anos, fiquei com o cara mais bonito do meu grupo de adolescentes da Igreja!
Ele precisou voltar com o pai para São Paulo, depois de 6 meses, e daí, começou tudo de novo...
Aos 16, baixinha, e usando óculos fundo de garrafa, eu estava pesando 70 quilos.
E N O R M E - para uma pessoa pequena.
Uma aluna da oitava série começou a vender remédios para emagrecer, e eu comprei, em pouco tempo estava magra de novo - linda, eu tinha orgulho de mim, passei a ser mais confiante e todo mundo me elogiava.
Aos 18, descobri o FEMPROPOREX  e fiquei totalmente viciada no remédio.
Acontece que mudamos de bairro e meu "fornecedor" não podia mais mandar o remédio pra mim.
Cheguei a. pesar 80 Kg e junto, todas as dores, a baixo auto estima e a sensação de que eu nunca iria ser feliz, se fosse gorda.
Aos 19, eu estava fazendo o Curso de Formação de Professores e consegui um estágio numa Escola aqui perto de casa e com isso como grande parte das mulheres, nunca está satisfeita com o peso,as conversas na grande maioria das vezes giravam em torno de..."tomei isso", "estou tomando isso e já perdi dois quilos em uma semana", fulano consegue o medicamento", fui no Doutor Caveirinha e perdi 15 quilos em 1 mês"... então, como uma forma de voltar a ser magra o mais rápido possivel, fui ao tal doutor caveirinha,, ele mal olhou na minha cara, me fez perguntas rápidas e eu peguei o remédio lá mesmo!
Sim, eu perdi peso, mas estava cada vez mais fraca, desanimada e muito, muito deprimida.
Fiquei doente, com problemas respiratórios, uma enxaqueca que me fazia faltar o trabalho, e um dia, de tanto vomitar, por só sentir o cheiro da comida, sentei e comecei a chorar no chão do banheiro,
nunca me senti tão triste.
Drogada, era isso que eu estava fazendo, me drogando, desrespeitando minha vida, meu corpo,
Anfepramona e Femproporex juntos, são suicidio na certa.
Minha pressão estava sempre muito baixa e até no trabalho eu mudei.
Parei por conta própria, porque a sensação que eu tinha é de que iria morrer.

Vicio por comida

segunda-feira, 3 de agosto de 2015
SUPERE SEUS VÍCIOS 
Priscilla C.Criivellaro Nutricionista – CRN3 28.693

Alguns alimentos despertam desejos incontroláveis. Entenda porque e aprenda a resistir: 
CAFÉ – Em doses moderadas, a cafeína até reduz a dor de cabeça e melhora o raciocínio. Em excesso, gera nervosismo, insônia, agrava a gastrite e leva a dependência química. Limite saudável? 4-6 xícaras por dia. 

GORDURA– Os alimentos gordurosos provocam menor distensão das paredes do estômago, o que adia a sensação de saciedade por isso aquela história do "impossível comer um só". Para algumas pessoas, que têm o paladar aguçado para gorduras, parar é ainda mais difícil, mas não é impossível controlar. Limite saudável? 30% do cardápio devem conter gorduras boas como o azeite, as castanhas e as carnes brancas, fritura nada mais que uma vez por semana. 
REFRIGERANTE – A compulsão por refrigerante está ligada à sensação de frescor e – no caso dos normais – ao excesso de açúcar. Limite saudável? Diminua gradativamente o consumo para que haja a mudança correta em seu hábito alimentar e se possível substitua por suco de fruta natural ou industrializado, apenas cuidado com a quantidade de açúcar e sódio neles presentes. Que tal deixar o refri apenas para as festas? 

CHOCOLATE – "Só consigo pensar depois de comer um" Isso se deve ao estimulo que o chocolate promove na produção de serotonina, sendo ela a responsável pela sensação de bem-estar. Por outro lado quase todos os chocolates contêm grandes quantidades de açúcar e gordura então o exagero é ganho de peso na certa. Limite saudável da gostosura? 30g por dia, de preferência do tipo meio amargo ou melhor ainda, com mais de 70% de cacau. 

Doces viciam como cocaína

segunda-feira, 6 de julho de 2015


Para quem é viciado em doces, olha aí uma notícia bombombástica, precisamos criar uma divisão na polícia para cuidar desta situação: O vício em doces. Deixando a brincadeira de lado, vamos a notícia:
A obsessão por gordura funciona quimicamente como o vício em cocaína, é o que conclui um estudo feito pelo Scripps Research Institute, no estado da Florida. A pesquisa, levada a cabo com ratos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se à medida que o consumo de doces e fritos vai aumentando.
Estas zonas do cérebro atrofiam e deixam de responder aos estímulos, fazendo com que os ratos comessem cada vez mais, tornando-se obesos. O teste foi repetido com doses de heroína e cocaína. Os ratos responderam exactamente da mesma forma.
Obesidade
O resultado dos testes levou o cientista Paul Kenny, coordenador do estudo que demorou três anos, a garantir que uma dieta com alimentos gordurosos tem elementos viciantes: “No estudo, os animais perderam o controlo dos seus hábitos de alimentação, o primeiro sinal de vício. Foram comendo e comendo, mesmo quando já sabiam que iam levar choques eléctricos. Isto prova o quão estimulados estavam para comer”.
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como salsichas, bacon e cheesecakes. Os animais engordaram de imediato. Paul Kenny acrescenta que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, os ratos rejeitaram-nos. Alguns preferiram nem se alimentar.
Prazer
Depois de analisadas as conclusões da pesquisa com os ratos, Kenny e a sua equipa partiram em busca dos mecanismos do corpo que provocam o vício.
Descobriram que o receptor D2, um neurotransmissor associado à percepção de prazer – estimulado por comida, sexo ou drogas – responde à dopamina.
Quando há excesso no consumo de drogas como a cocaína, por exemplo, a dopamina circula livremente pelo cérebro, aumentando a sensação de prazer. Um processo que ocorre de forma semelhante quando se fazem dietas gordurosas.
E para terminar, só um recado, tudo que é demais não é legal, todo cuidado com a saúde é pouco, então devemos controlar nossos vícios.

Para se libertar dos vícios

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Para se libertar dos vícios

Para se libertar dos vícios universe naturalÉ comum não querermos aceitar certos aspectos de nós mesmos. Isso leva ao abuso de álcool, cigarros, drogas, comida etc. É uma forma de nos castigarmos por não sermos perfeitos. Mas… perfeitos para quem? De quem são as exigências e expectativas que continuamos tentando atender? Proponha-se a deixar ir embora de sua vida as exigências e os padrões de outras pessoas. Sendo apenas você mesmo, descobrirá que é maravilhoso, exatamente como é neste instante.
Uma das formas primárias de mascarar nossos medos é por meio dos vícios. Os vícios suprimem as emoções para que não sintamos. Entretanto, existem muitos tipos de vícios além dos vícios químicos. Existe o que chamo de vício padrão – padrões de comportamento que adotamos para evitar estarmos presentes em nossas vidas. Se não queremos lidar com o que se encontra a nossa frente ou não queremos estar onde estamos, possuímos um padrão que nos mantém fora do contato com nossas vidas. Para algumas pessoas, é um vício em comida ou químico. Existe uma predisposição genética para o alcoolismo; entretanto, a escolha de ficar doente é sempre individual. Frequentemente quando dizemos que algo é hereditário, na verdade é a manifestação da aceitação, por parte da criança, da forma como os pais lidam com o medo.
Para outros existem vícios emocionais. Você pode ser viciado em encontrar defeitos nas pessoas. Não importa o que aconteça, sempre encontra alguém para culpar. É culpa deles. Foram eles que fizeram isso para mim.
Talvez esteja viciado em empilhar contas. Existem muitos de nós viciados em contrair dívidas; fazem tudo para manter a si mesmo endividados, o que não parece estar relacionado com quantidade de dinheiro que possuem.
Você pode ser viciado em rejeição. Em todos os lugares que vai só atrai pessoas que o rejeitam.  Entretanto a rejeição exterior é um reflexo da própria rejeição. Se você não rejeita a si próprio, ninguém mais vai rejeitá-lo.
Existem pessoas viciadas em doença. Sempre estão doentes ou preocupado com doença.
Se você vai se viciar em alguma coisa, por que não se viciar em amar a si mesmo? Pode se tornar viciado em fazer afirmações positivas ou a fazer algo que apoie você. Os vícios acontecem porque não sabemos como amar a nós mesmos. Temos medo de explorar  a nós próprios; em vez disso usamos o vício para fugir da  nossa autodescoberta.
Se podemos mudar o que pensamos a respeito de nós mesmos, podemos parar de fugir, apender a nos amar e descobrir nosso poder interior.
Afirmações para abandonar vícios
Vejo qualquer padrão de resistência em meu interior apenas como algo especial a libertar.
Sou amado, nutrido e apoiado pela vida em si.
Estou fazendo o melhor que posso.
Casa dia fica mais fácil.
Desejo me libertar da necessidade de meus vícios
Vou além de meus vícios e me liberto.
Aprovo a mim mesmo e a maneira como estou mudando.
Sou mais forte do que meus vícios.
Agora descubro como sou maravilhoso.
Escolho amar e apreciar a mim mesmo.
É seguro para mim estar vivo.

Louise L. Hay
fonte:https://universonatural.wordpress.com/2013/07/12/para-se-libertar-dos-vicios/
 

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